Digital, colaborativo e flexível. 

Essas são as tendências para o mundo do trabalho pós-pandemia na visão de Sundar Pichai, CEO da Google/Alphabeat, a gigante da tecnologia.

Sabemos que as transformações que já estavam em curso no mundo do trabalho foram aceleradas com a pandemia do novo coronavírus. Para a educação corporativa, o cenário exige ainda mais inovação e adaptação.

Há uma verdadeira corrida contra o tempo quando o assunto é o desenvolvimento de novas habilidades profissionais.

De acordo com pesquisas do Fórum Econômico Mundial, 42% das principais habilidades exigidas pelos empregos de hoje vão mudar até 2022. 

Em grande medida, esse cenário exige uma rápida adaptação das empresas, que precisam abraçar a educação corporativa como um pilar da continuidade dos negócios.

Na prática, porém, há mais dúvidas do que certezas. Um estudo da empresa global de consultoria McKinsey & Company identificou que apenas 16% dos CEOs se consideram aptos a solucionar as lacunas de habilidades em suas empresas.

Diante desse cenário, como garantir o desenvolvimento assertivo de habilidades profissionais em um mundo do trabalho cada vez mais digital, colaborativo e flexível e onde a agilidade aparece como uma das moedas de troca mais valiosas?

Toda resposta a essa pergunta passa, invariavelmente, pela educação corporativa individualizada. 

Neste artigo, vamos falar sobre o futuro da educação corporativa com foco na individualização das trilhas de aprendizado dos colaboradores.

No final, você confere 5 benefícios de oferecer trilhas individualizadas de educação para os funcionários da sua empresa. Confira!

Educação corporativa: para onde vamos?

Transformação digital, pandemia do novo coronavírus, novos modelos de negócios, mudanças culturais… Vivemos um cenário de constantes transformações que, naturalmente, impactam o mundo do trabalho. 

Na era do trabalho mutável e dinâmico, ganha ainda mais importância o conceito e a prática de Lifelong learning – ou seja, o aprendizado ao longo da vida. Na educação corporativa não é diferente, ainda mais nos momentos em que as habilidades devem ser aprimoradas e desenvolvidas em uma velocidade inédita.

Por essa lente, o conhecimento não é visto como algo estático e a aprendizagem não tem um “ponto de chegada”. O ato de aprender é incorporado como dinâmica processual da vida pessoal e profissional do colaborador.

Além disso, essa concepção de aprendizagem pressupõe, sobretudo, que o conhecimento disponível e adquirido pelo colaborador seja altamente compatível com a função que ele desempenha, com sua personalidade e com suas dinâmicas de aprendizagem de um mundo do trabalho flexível. Tudo isso, claro, alinhado aos objetivos e à cultura da organização.

Por isso, quando se fala da importância do desenvolvimento na jornada do colaborador – ou na employee experience –, o papel do RH é, ao mesmo tempo, viabilizar e oferecer trilhas de aprendizado adequadas para os mais diferentes perfis de colaboradores. 

Na prática, implementar o Lifelong learning na educação corporativa da sua empresa significa estimular que o colaborador busque desenvolvimento pessoal e profissional de forma constante, proativa e autônoma.

Agora pense na composição de um determinado time da sua organização. Certamente, existem colaboradores de várias idades, backgrounds, funções, dinâmica de aprendizagem e lacunas de conhecimento. Como contemplar esses diferentes perfis em um plano de desenvolvimento da força de trabalho?

Em grande medida, os treinamentos corporativos customizados cumprem essa função. Elaborados com foco em habilidades ou lacunas específicas, eles desenvolvem um conjunto de competências de que as organizações precisam para otimizar os resultados.

Customizar esses processos, porém, é diferente de individualizá-los. É nesse ponto que a individualização da trilhas de aprendizado do colaborador vem ganhando novos formatos e possibilidades, amparadas principalmente por uma comunicação 100% digital e pelos dados.

Trilhas individuais de aprendizagem

Vivemos a era da personalização das relações. Em tempos em que os dados dão embasamento para quase todos os tipos de prestação de serviço, empresas passaram a personalizar as jornadas de compra e consumo.

Mais do que consumir passivamente produtos e conteúdos pré-estabelecidos, as pessoas e seus comportamentos se tornaram – voluntária ou involuntariamente–  peças-chave de qualquer estratégia. 

Esse cenário é reflexo de uma economia baseada em dados e centralizada no consumidor. Os anseios e a experiência dele estão, mais do que nunca, no centro dos negócios.

Na educação como um todo e na educação corporativa, essa lógica também se aplica. A tendência de individualização do aprendizado vem ganhando cada vez mais força, colocando termos e conceitos como Learning experience em evidência.

Para o RH, especialmente para as áreas de Treinamento e Desenvolvimento (T&D), a experiência de aprendizado do colaborador se torna um ponto central da elaboração de um plano de qualificação da força de trabalho.

Mais do que nunca, é fundamental que o RH crie condições para que o colaborador tenha autonomia no seu processo de capacitação, algo que reflete em benefícios não só para ele, mas para toda a empresa.

5 benefícios da educação corporativa individualizada

Confira abaixo 5 benefícios de incorporar conteúdos educativos individualizados na jornada de aprendizado dos colaboradores da sua organização:

Resolução assertiva da lacuna de conhecimento

Com trilhas de aprendizado individualizada, a empresa consegue contextualizar e otimizar a aprendizagem do colaborador, entregando para ele o conteúdo mais adequado de forma assertiva e no momento ideal.

Um mesmo time pode ser integrado por colaboradores de diferentes idades, formações, personalidades, velocidade de aprendizado e muitas outras características. Nesse cenário, desenvolver uma única solução de educação corporativa pode se tornar inviável.

Por isso, a educação corporativa individualizada permite a resolução mais assertiva das lacunas de conhecimento dos colaboradores, pois diferentes conteúdos, formatos e ritmos de aprendizagem promovem a capacitação de forma integrada e complementar.

Custo-benefício

Sabemos bem que um dos maiores desafios da área de T&D é proteger o seu orçamento, principalmente em momentos de instabilidade financeira. Nesse ponto, a educação corporativa individualizada se destaca pelo seu custo-benefício.

Ao construir trilhas de aprendizado totalmente adequadas à realidade do colaborador – geralmente divididas por pílulas de conhecimento –, a organização consegue inserir o desenvolvimento dos funcionários de forma permanente e constante em sua jornada.

Com algumas horas de investimento semanal, o colaborador consegue desenvolver habilidades e se capacitar de forma assertiva.

Motivação e engajamento

Incorporar o aprendizado de forma permanente e contínua na experiência do colaborador é, reconhecidamente, uma das formas de promover a motivação e o engajamento. 

Afinal, a relação entre empresa e funcionário deve, sempre que possível, funcionar no esquema ganha-ganha: enquanto entrega o que se espera dele, o colaborador também precisa crescer profissionalmente.

Nesse aspecto, a educação corporativa individualizada é uma alternativa eficaz para desenvolver uma trilha de aprendizado que contemple os anseios profissionais dos colaboradores e, consequentemente, promova o engajamento.

Retenção de talentos

Oferecer conteúdos individualizados e compatíveis com a complexidade e agilidade de entrega dos talentos é uma ótima alternativa para retê-los na empresa. E não é exagero dizer que eles são aqueles colaboradores que impulsionam uma organização.

Um estudo realizado pela empresa de consultoria global McKinsey & Company identificou que talentos podem ser oito vezes (sim, oito vezes) superior ao de um colaborador de desempenho médio (dependendo da complexidade do trabalho).

São números que reforçam como é fundamental a organização ter uma estratégia de retenção de talentos que contemple, principalmente, uma trilha de aprendizado adequada a esses colaboradores.

Alinhamento entre empresa, time e colaborador

Um dos maiores desafios para a área de T&D é conciliar os interesses envolvidos na educação corporativa. Muitas vezes, é necessário alinhar como um treinamento corporativo vai suprir as expectativas da empresa, dos times e do funcionário.

Novamente, a educação corporativa individualizada se mostra promissora alinhar esses interesses.

Trilhas individualizadas de aprendizado são maleáveis a ponto de atingir diferentes objetivos de forma assertiva. Essa estratégia também evita a recorrência de “treinamentos de prateleira”, ou seja, aqueles cuja eficácia nem sempre consegue se comprovar.

 

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