Eu falo em público com certa frequência. E acho que sou bom nisso – uma habilidade que passei anos (ou décadas) desenvolvendo e aperfeiçoando. Sempre me perguntam as minhas melhores dicas e técnicas para realizar uma fala, apresentação ou discurso que engaja e convence.

E eu sempre respondo da mesma forma: primeiro, é preciso se conectar com quem você é e como você se mostra.

Para mim, falar em público tem algumas dimensões: existem as técnicas e práticas que você aplica, isso é o acabamento. Em seguida vem o conteúdo e apresentação, que são a estrutura. Por fim, existe a forma como você se mostra, essa é a base.

Construa uma base ruim e todo o resto vai desmoronar como um castelo de cartas.

O maior erro das pessoas é tentar incorporar uma outra pessoa na hora de falar em público. Enquanto tentam dar uma de Steve Jobs, Elon Musk ou Tony Robbins, o público percebe a falta de autenticidade e se desconecta do seu discurso.

Você é um nerd? Legal. Então seja um! É um skatista? Fantástico, seja um skatista. É entusiasta apaixonado por automóveis? Pois aja como tal. Seja você mesmo.

Não há nada que nós, seres humanos, desejamos mais do que autenticidade e honestidade. Além disso, a evolução nos tornou excepcionais em identificar falsificações – nossas cordas vocais quase gritam “PERIGO” quando encontramos alguém que finge ser o que não é.

Artigo traduzido do The Heretic, canal de artigos com a opinião de Pascal Finette, VP da Singularity, Universidade do Futuro.

*Tradução livre e adaptada com autorização do autor.

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