Você se lembra de querer voar na tal mochila a jato de filmes como Blade Runner? Pois é, ela já chegou. Mas você imaginava que isso seria possível  há 10 anos ou mesmo 5 anos? 

Isso é só para exemplificar como tudo se move rápido na Nova Economia. E a evolução na educação precisa acompanhar esse novo ritmo.

Na prática, as mudanças que acontecem no mundo têm influenciado a forma, a velocidade, o jeito e, claro, as habilidades que aprendemos

Por isso, se apegar ao diploma e nunca mais voltar a estudar é um passo errado para quem busca evoluir na carreira. Afinal, nossa capacidade de aprender é, e será, cada vez mais valorizada e também colocada à prova. 

Neste sentido, entra em cena o lifelong learning, ou aprendizado contínuo, como um aliado para enfrentar esses desafios. Olha só esses dados:

Ou seja, em um mundo de transformações e complexidades crescentes, nos tornamos profissionais disputados quando nossa taxa de aprendizagem é maior do que a taxa de mudança. Lembrou das aulas de matemática agora?

O bom é que a educação está mudando para que o aprendizado não seja mais um item difícil de cumprir na nossa agenda tão corrida, como vamos ver agora. Então, bora conferir?

Evolução na educação: o que mudou?

Você escova os dentes na mesma velocidade que as pessoas com quem você convive? Ou amarra os sapatos igual? Ou termina o café simultaneamente?

Na hora de aprender é a mesma coisa. Na velha educação, existe uma suposição de que devemos aprender no mesmo ritmo e do mesmo jeito, não é? Foi assim na escola e na faculdade se você tem 20 anos ou mais.

Quando nos vemos diante de um problema, cada um tem uma forma de solucionar e de buscar conhecimento para chegar à solução. 

Por isso, a nova educação prevê um jeito mais flexível e personalizado de aprender. Assim, com autonomia, você pode focar nos assuntos que mais fazem sentido e ter mais liberdade para aprender no seu tempo

E, então, esse interesse, que é natural e não imposto, gera motivação para continuar aprendendo. E reaprendendo.

Bora conhecer melhor essa nova educação?

Personalização

Sabe aquela playlist que o Spotify fez pensando nos seus gostos musicais? A valorização da experiência individual, por meio da personalização, é uma tendência em diversas áreas, inclusive na educação. 

Quer um exemplo? Te dou três:

  • Trilhas personalizadas, nas quais o aluno escolhe parte das matérias que vai estudar.
  • Flexibilidade de horários, para que cada um encaixe os estudos na agenda. 
  • Feedbacks dos alunos para as instituições ajudam a corrigir a rota no meio do caminho a partir de dados.

Neurociência e psicologia cognitiva

Uma grande evolução na educação são as pesquisas recentes em neurociência e psicologia cognitiva, que têm mostrado de que forma o ensino pode ser mais efetivo. 

São evidências que ajudam os alunos na motivação, retenção de informações, atenção e cognição. Bora conhecer?

Carga cognitiva

Sabe aquela vez que você deixou para estudar no último dia e se viu cochilando depois de algumas horas? Ou aquela palestra longa que depois de algumas horas você simplesmente não conseguia mais prestar atenção?

Isso é normal, pois nosso cérebro reduz a capacidade de processar informações quando recebe muito conteúdo de uma vez só.

Por isso, a evolução na educação também prevê um ajuste dessa carga cognitiva, para que possamos assimilar melhor as informações. 

Quando o conteúdo é mais direto ao ponto ou as aulas são mais espaçadas, por exemplo, a retenção de conteúdos a longo prazo é mais eficiente.

Storytelling

“Devagar se vai longe''. 

Já percebeu que uma história bem contada faz a gente compreender e fixar melhor uma informação? Afinal, quem não se lembra (ainda hoje) da moral da história de A Lebre e Tartaruga? 

Esse é o poder do storytelling: criar uma narrativa envolvente e que “gruda” em você. Assim, na educação, ela pode trazer mais estrutura a conceitos abstratos e ajudar na retenção do conteúdo.

Avaliações em diferentes formatos

As provas ainda estão por aí. E isso não necessariamente é um problema. Mas existem outras formas de avaliar se o conteúdo foi assimilado. Projetos práticos, estudos de caso, atividades ou explicações orais e visuais são exemplos disso. 

Aliás, já percebeu que você precisa dominar 100% de um assunto quando tem que explicá-lo para outra pessoa? E que, enquanto faz um projeto em grupo, você precisa exercitar soft skills, como comunicação, flexibilidade e resolução de conflitos?

Dessa forma, com diferentes formas de avaliação, a experiência de aprendizagem se torna mais completa do que apenas preencher um formulário.

Cognição Fundamentada

Digamos que você vai explicar sobre a importância dos dados no mundo atual. Para a maioria da pessoas, um tema complicadíssimo. Portanto, você tem duas opções:

  1. falar sobre como os dados funcionam de forma teórica. 
  2. usar uma situação real como pano de fundo para sua explicação. Por exemplo, ao mostrar como a Netflix usa dados dos usuários para desenvolver séries ou personalizar a experiência.

Qual das duas formas você acha que funciona melhor? Olha, posso te garantir que é a segunda. 

Isso porque a cognição fundamentada prova que conceitos baseados em experiências ou exemplos do mundo real são muito mais prováveis ​​de serem retidos do que quando são expressos abstratamente. 

Soft Skills

Pare um instante e imagine como seria o seu trabalho se você não tivesse que falar com ninguém, lidar com pressão ou ter empatia?

Muito diferente, né?

As soft skills são habilidades socioemocionais que não foram aprendidas de maneira formal antigamente, mas que são mais do que essenciais no mundo atual. Portanto, a evolução da educação também passa pelo ensino delas. 

Aqui na Conquer, temos falado sobre isso desde os nossos primórdios. Para compreender melhor o assunto, confira essa entrevista da job hunter Taís Targa com o cofundador da Conquer, Josef Rubin:

Tecnologia incorporada no dia a dia

Muitos de nós vivemos a era do quadro em giz, nos deslumbramos com o retroprojetor e achamos a apresentação em ppt o auge da modernidade. Em resumo, acompanhamos boa parte da evolução da tecnologia na educação.

Mas, para falar a verdade, o que importa não é a tecnologia mais recente, e sim se ela facilita de fato a aprendizagem. E várias delas facilitam, sem ser algo vindo do futuro. Por exemplo:

  • Aulas ao vivo: integram as turmas e são ótimas para compartilhar experiências, tirar dúvidas e interagir de forma geral.
  • Aulas gravadas: permitem que você aprenda no seu tempo e no seu ritmo.
  • Ambientes colaborativos: documentos, vídeos e pastas compartilhadas facilitam os trabalhos em grupo à distância.

Novas formas de aprender

Se o lifelong learning é parte da evolução na educação e chegou para ficar, ele precisa ser visto com naturalidade, e não como um peso na nossa rotina.

É claro que há momentos em que devemos nos dedicar mais a aprender a algum tema. Mas, na maior parte das vezes, podemos inserir o aprendizado no dia a dia de maneiras diversas. Aí vão algumas inspirações:

  • Redes sociais: seguir colegas, ex-colegas, especialistas, escolas de negócios ou consultorias nos ajudam a ter contato com artigos e postagens relevantes. Indicamos alguns perfis para seguir no LinkedIn
  • Pessoas: entender as interações cotidianas, seja no trabalho ou na vida pessoal, como momentos de aprendizado e ensinamento pode contribuir com a nossa evolução.
  • Livros, séries, TEDs: são fontes inesgotáveis de conhecimento sobre a nossa área, possibilidades profissionais... enfim, sobre o mundo!
  • Eventos: com especialistas da área e acesso às últimas tendências do mercado.
  • Cursos online: com possibilidades infinitas de temas e otimização do seu tempo.

E aí, como decidir o que aprender?

Primeiramente, vale lembrar que nosso tempo é um recurso limitado. Então, se você está buscando conhecimento para evoluir na sua carreira, considere esses pontos para ser mais estratégico:

  • Identificar qual conhecimento é mais valioso no momento certo 
  • Aprender e dominar esse conhecimento rapidamente
  • Comunicar o valor de suas habilidades a outras pessoas
  • Converter conhecimento em resultados que você possa demonstrar
  • Dominar a arte de aprender a aprender

Para identificar o conhecimento mais valioso, você pode olhar para as habilidades do futuro. Segundo o Fórum Econômico Mundial, as competências em alta até 2025 são essas:

Por último, quando falamos de aprender a aprender, estamos falando sobre criar o seu próprio ritual de estudos e ser consistente com ele. 

Aliás, temos um artigo que fala sobre como melhorar o seu aprendizado. E, além dele, temos outro sobre como otimizá-lo, para que você possa ser mais assertivo.

Para continuar o seu desenvolvimento, dê o próximo passo da sua carreira com a pós-graduação NADA tradicional da Conquer.

Personalizada, flexível e mão na massa, a pós-graduação da Conquer  é diferente de tudo o que você já viu. Dê adeus a aulas expositivas e metodologias focadas muito na teoria e pouco na prática.

Na nossa pós, co-criada com mais de 500 executivos de mercado que sabem exatamente o que as empresas buscam, você aprende com grandes profissionais, escolhe parte das disciplinas e ainda se forma a partir de 6 meses com certificado internacional. Tudo isso do jeito Conquer de ensinar e aprender.

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