Talvez você nem saiba, mas já avistou um líder herói por aí, ou até foi um. Essa liderança acha que tem superpoderes e se desdobra em cinco para dar conta de tudo.

O que você vai ver no dia a dia é o seguinte: o líder-herói mantém uma postura de controle e vigilância com os colaboradores e não confia no time. Além disso, ele não pede ajuda e não demonstra vulnerabilidade. Por isso, ele se sobrecarrega e não tem tempo para inovar e desenvolver seu time. 

Mas, olha, se você está se reconhecendo, fica tranquilo(a), pois essa não é uma exceção no mercado de trabalho. Por isso mesmo, vamos falar sobre as habilidades do líder não-herói, necessárias para fazer você e seu time voarem alto em um mercado de trabalho colaborativo e inovador.

Nos dias 27, 28 e 29 de setembro de 2021, realizamos  o Conquer Summit de Liderança, um evento 100% online e gratuito. Para levar informação de alto nível até você, convidamos líderes de empresas de referência no mercado, incluindo Polishop, Facebook, Domino’s Pizza, Dafiti e Bosch, entre outras. 

Pronto para conferir os principais insights do Conquer Summit de Liderança? Vamos lá!

Hey! Se você chegou neste artigo e quer mais informações sobre a Formação em Liderança da Conquer, é só clicar aqui e fazer sua inscrição!

Dia 1 :: As 4 habilidades do líder não herói

O primeiro dia do Conquer Summit de Liderança contou com a presença de Fernando Dias Soares, CEO da Domino’s Pizza, e Janda Araújo, conselheira do CIEE-SP. 

Nesta conversa, falamos sobre as quatro principais habilidades de um líder não-herói: comunicação, influência, inteligência emocional e gestão de conflitos. Continue lendo para conferir os principais insights.

E, para acessar a apresentação em PDF, clique aqui.

O começo de tudo: como não ser um líder herói?

Antes de mais nada, temos que lembrar que ninguém nasce líder. Seja herói, ou não. É uma trajetória, relacionada ao nosso processo de maturidade – até mais do que ao nosso cargo em uma empresa. 

Nessa jornada de liderança, é preciso estar disposto(a) a errar e a se desenvolver, enquanto lidamos com pessoas que têm histórias e valores diferentes. Afinal, a liderança é um coletivo, ninguém entrega um resultado espetacular sozinho, não é?

O problema do líder herói é que seu poder não muda e é finito. Para não cair nessa armadilha, continue se atualizando sempre

Outro aspecto de uma boa liderança é saber que você não está na empresa para se servir, mas, sim, para servir aos outros: desenvolvendo colaboradores e negócios para gerar valor e impacto

Quer saber qual é o seu estilo de liderança? Faça o diagnóstico gratuito da Conquer!

6 dicas de comunicação para engajar times

Uma comunicação simples e transparente, que deixa todos na mesma página, é fundamental para os times atingirem seus objetivos. Dá uma olhada nestas dicas:

  1. Conheça sua equipe e considere o nível de desenvolvimento de cada um.
  2. Leve em consideração o momento da empresa, do projeto etc.
  3. Seja transparente: todos precisam ter o mesmo nível de informação e saber quais são os objetivos de determinada ação.
  4. Desperte o senso de dono ou corresponsabilidade pelos projetos e tarefas.
  5. Esteja próximo, comemorando vitórias do dia a dia ou propondo soluções.
  6. E, principalmente, escute e observe: preste atenção no que não é dito ou no que está nas entrelinhas.

Como estimular a colaboração nos times?

Primeiramente, deixe claro o propósito da empresa. Em segundo lugar, use a diversidade a favor da organização: entenda como cada colaborador pode contribuir de forma única. E, por fim, estimule a participação.

Exemplo da Domino’s Pizza

Por lá, uma das dinâmicas é a reunir colaboradores com pontos de vista diferentes, até mesmo contrários, sobre um projeto. Ao fazer isso, a empresa tem a oportunidade de expandir uma ação e ela passa a ter muito mais possibilidades do que antes.

Outra dica é incentivar a participação dos times durante as reuniões ao fazer perguntas à equipe sobre o que determinado colaborador trouxe. Ao estimular a contribuição, o líder consegue escutar e direcionar mais do que apenas falar.

Transforme conflitos em ideias

Para fazer isso, o primeiro passo é dar oportunidade de fala a todos. Uma dica é deixar que cada um defenda sua ideia e ir anotando. 

Não deixe de fazer alguma pergunta incômoda, pois, ao dar ao colaborador a oportunidade de defender o seu raciocínio, é possível criar um conflito positivo que vai gerar novas ideias e resolver problemas.

Para oferecer segurança ao colaborador, não o escute apenas na sala de reunião, em um momento de brainstorming, por exemplo. Ouça o colaborador dentro e fora desse espaço, entenda quem é ele e o que o motiva.

Guiando a discussão

Mediar uma conversa fica mais fácil quando você lembra a todos o propósito da empresa. Por exemplo, quando se está na dúvida sobre algo ou então a discussão não está sendo produtiva, relembre o time do porquê da organização e daquele projeto.

Outro ponto importante é partir do princípio que todos os envolvidos têm boa vontade e estão tentando alcançar o mesmo objetivo. Nesse cenário, você é um facilitador que vai compreender esses pontos de vista.

Por último, se as coisas derem errado, lembre-se de que é papel do líder cuidar das pessoas. Após uma reunião mal-sucedida, por exemplo, você pode perguntar se determinado colaborador ficou chateado ou se desculpar por algo. Afinal, a transparência é fundamental para mostrar que o time está construindo algo de forma conjunta.

Foco na vulnerabilidade e na inteligência emocional 

“Eu não sei o que não sei”. Essa frase é para ilustrar como o líder precisa estar disposto a aprender e a se desafiar todos os dias. Ao ser vulnerável, os colaboradores entendem que a liderança é aberta e quer construir junto.

Também preste atenção na qualidade de suas interações. Pergunte-se: “como vão se lembrar daquela reunião?”. Assim, fica claro que o papel de um líder mais humano é saber se comunicar, ao invés de impor o que quer.

Além disso, o líder precisa entender suas próprias emoções. Seja aprendendo a lidar com o fracasso, por exemplo, seja sabendo quando ele mesmo não está se sentindo bem e gerindo essa situação da melhor maneira possível.

O poder da influência

As lideranças têm um grande poder em suas mãos: influenciar os times a conquistarem mais e melhores resultados. Como usar a influência a seu favor? Veja por onde começar:

  1. Valores: certifique-se que os seus valores estão alinhados com os da empresa. Afinal, você é o embaixador da cultura na sua organização. Ser um líder que “joga contra” a empresa não é bom para ninguém.
  2. Propósito: amarrar o propósito da organização com as ações do seu time é o segredo para envolver mais os colaboradores e alcançar resultados mais assertivos. 
  3. Pessoas: todo mundo é importante, escute todos, vá até a ponta. Pense em como você e sua empresa impactam o cliente.
  4. Legado: qual marca seu nome vai deixar? Quantas vidas você vai impactar? Grandes líderes estão além de qualquer marca ou empresa.
  5. Abrace o erro: estimular a inovação no time é entender que testes podem dar errado. O segredo é aprender com isso.

Hacks de liderança

  • Conheça seu estilo de liderança: quais são seus pontos fortes? Na dúvida, pergunte a pessoas próximas a você
  • Desenvolva as 4 habilidades do líder não-herói: comunicação assertiva, inteligência emocional, gestão de conflitos e influência
  • Tenha vulnerabilidade e tolerância ao erro
  • Abra espaço para ideias e colaboração
  • Prefira liderar pelo exemplo a liderar pela autoridade
  • Separe blocos de tempo para fazer seu planejamento
  • Fique ligado no mercado: conheça o seu negócio, traga novos pontos de vista
  • De nada adianta liderar sem humanidade

Para conferir a apresentação do evento em PDF, é só clicar neste link.

Resumo visual

O primeiro do Conquer Summit de Liderança contou com a facilitação visual elaborada por Márcia Sakamoto. Confira abaixo:

4 habilidades do líder não-herói

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Dia 2 :: O papel do líder na gestão de conflitos

No segundo dia de Conquer Summit de Liderança, conversamos com Carina Belforte, chefe de Gestão de Projetos de Compras na Bosch, e Lívia Cunha, CEO da CUCO Health.

Juntos, trocamos aprendizados e experiências sobre o papel do líder na gestão de conflitos. E os insights dessa conversa estão neste artigo. Continue lendo e confira.

Para acessar a apresentação em PDF, clique aqui.

Habilidades do líder para resolução de conflitos

O que você deve desenvolver para se tornar um líder que sabe gerir conflitos em seu time? Dá uma olhada:

  • Autoconhecimento: se conheça profundamente, compreenda suas ações e reações e desenvolva o seu autocontrole.
  • Comunicação: tenha escuta ativa. E lembre-se que nem sempre o melhor caminho é dizer o que o colaborador deve fazer, mas, sim, ouvir e compreender.
  • Empatia: saiba o que incomoda cada colaborador.
  • Criatividade: um time com conflitos pode “travar” a performance, então, procure soluções. Para isso, você pode contar com os colaboradores.
  • Imparcialidade: muitas vezes, quando o conflito acontece entre mais de uma área, queremos que o nosso time esteja certo, mas esse nem sempre é o caso. Por isso, foque na resolução do problema da organização – e não em ganhar.
  • Comunicação: Explique o porquê de cada decisão ao colaborador.

7 dicas para conciliar conflitos

Tudo começa com a cultura da organização, em que deve prevalecer a transparência e o feedback. Pois o conflito não-construtivo pode nascer de uma situação que se repetiu e não recebeu a atenção devida. Saiba o que fazer:

  1. Use a estratégia cebola: observe camada por camada e entenda por que aquela situação aconteceu.
  2. Tire os vieses: trate o conflito de forma impessoal e resolutiva.
  3. Olhe para os padrões: mas ajude os colaboradores de forma individual.
  4. “Isso não é meu trabalho”: realize workshops para construção de projetos em equipe com um mediador neutro.
  5. Encoraje a autonomia: estimule a reflexão para que colaborador consiga resolver o conflito por conta.
  6. Lições aprendidas: após a resolução, reflita sobre a situação com o colaborador  e crie um momento de descontração para fortalecer o vínculo entre os envolvidos.
  7. Enfrente o conflito: acredite, todos vão sair muito melhor do conflito.

Tá tudo bem discordar

Lembre-se: discordar não é sinônimo de confrontar. Então, se você tem medo de discordar para não causar conflitos, a dica é explicar os porquês, sempre com maturidade e educação. E, se não puder falar o porquê, apenas diga que não é possível.

Propósito muda tudo

Uma das formas de transformar um conflito em algo positivo é entender como uma meta ou necessidade da empresa pode se transformar em um objetivo pessoal do colaborador. Para isso, o primeiro passo é criar vínculo, ao entender o que motiva cada colaborador, e atrelar o propósito da organização a essa motivação.

E, para fortalecer a cultura da organização nos times, seja transparente e vulnerável, e lidere pelo exemplo. Entenda que a cultura organizacional não é apenas um conceito, mas, sim, os valores que você aplica no dia a dia.

Equipe que gera menos conflitos não-construtivos

Há dados que mostram que uma equipe sem diversidade não é um bom sinal, pois não gera inovação. Nesse sentido, é preciso buscar pensamentos e experiências diversas, mas com valores e fit culturais próximos.

O segredo para gerar menos conflitos não-construtivo é procurar colaboradores que tenham soft skills, como senso crítico, inteligência emocional e perfil analítico. Essas habilidades ajudam a resolver problemas de forma imparcial e impulsionam a empresa.

Conflitos x mudanças

Quando a organização passa por transformações, os conflitos não-construtivos podem surgir. E ter uma relação de confiança entre líder e time vai te ajudar neste momento.

Antes de tudo, não gere desconforto ao esconder o que não é preciso. Isso porque o colaborador tende a achar que a informação é uma fonte de poder desnecessário na empresa. Por isso, compartilhe as novidades da organização sempre que puder.

E não só isso. Para gerar uma relação de confiança, compartilhe sua história, suas vulnerabilidades, suas motivações e suas inspirações. Isso, com certeza, vai criar uma relação humanizada, que vai te ajudar em todos os momentos, e não só nas mudanças.

E você? Como está lidando com mudanças? Veja o checklist com as melhores práticas para uma liderança exponencial em um cenário de constantes transformações.

Dia 2 :: Resumo visual

O segundo dia do Conquer Summit de Liderança contou com a facilitação visual elaborada por Márcia Sakamoto. Confira abaixo:

como gerenciar conflitos

Dia 2 :: Hacks: visão e gestão

Estabilidade não existe. O quanto você está preparado para mudar? Para desconstruir a sua liderança e recomeçar? 

Mas você não precisa fazer isso sozinho. Por isso, trouxemos duas ferramentas que você já pode começar a aplicar na sua rotina agora mesmo!

Como construir uma liderança de alta performance:

Conexão + propósito

  • Mapeie os pontos fortes de cada colaborador e descubra como cada um pode colaborar.
  • Entenda por que o seu colaborador está na empresa e como fazer para que ele esteja presente no dia a dia. Traga o propósito para o dia a dia da gestão.

 Repertório + metas

  • Reflita se o seu time está preparado para os desafios ou se ele tem vergonha de dizer que não sabe algo. Aliás, você está procurando por cursos e formações para você e seu time? 
  • Defina metas claras: no máximo 3 (vinculadas ao negócio, ao time e que tenham a ver com o PDI). Desenhe elas e trabalhe o desenvolvimento com repertório, sempre acompanhando. 

Ferramenta KEEP - STOP - START

Trabalhe com o indivíduo, com o time e também com pares para a gestão de conflitos: 

  • Keep: o que manter para gerar conflitos construtivos?
  • Stop: o que precisa parar? Onde estamos errando? Temos baixa tolerância ao erro?
  • Start: o que precisamos começar a fazer? Quais são os rituais? Propósito só faz sentido se gerar movimento.

Para acessar a apresentação do evento em PDF, clique neste link.

Dia 3 :: Como delegar de forma estratégica para desenvolver um time de alta performance

No terceiro dia de Conquer Summit de Liderança, o bate-papo foi com João Appolinário, presidente e fundador da Polishop, Luciano Santos, diretor de vendas no Facebook, e André Farber, CEO da Dafiti Latam.

Bora ver o que um resumo dessa conversa com líderes de alto nível? Continue lendo!

Ah, e para acessar a apresentação em PDF, é só clicar aqui.

Como delegar a tarefa certa para a pessoa certa

Nada como começar pelo básico. E isso passa por estabelecer metas claras, para que o colaborador saiba onde ele e a empresa estão indo. 

Outro ponto essencial para conseguir delegar com eficiência é investir tempo nas contratações. Assim, há maiores chances de encontrar a pessoa certa para a posição certa e com valores alinhados à empresa. 

Além disso, para delegar, é preciso ter humildade e entender que as pessoas à frente dos problemas sabem mais do que você. Dessa forma, o papel do líder é ter clareza das atividades do time e dar autonomia, além de comunicar o propósito da empresa para engajar os colaboradores em suas atividades.

Aqui vão algumas dicas práticas para delegar estrategicamente no dia a dia da organização:

  • Reflita sobre o desafio, entendendo que aprendizados ele pode trazer e como ele pode impactar os colaboradores. 
  • Olhe para o time e analise como está a carga de trabalho de cada um. Na dúvida, pergunte.
  • Pense no talento de cada um e como o colaborador pode se beneficiar de alguma tarefa ou projeto. 
  • E, por último, experimente, você pode errar e corrigir.

Desenvolvendo o colaborador para delegar

O processo de delegar pode ser uma excelente oportunidade de desenvolver o time. E, para isso, é preciso conhecer os pontos fortes e a melhorar do colaborador, mas também suas intenções. 

Como fazer isso? Pergunte, por exemplo, que experiências o colaborador gostaria de ter. Esse tipo de informação é preciosa para otimizar o processo de delegar tarefas e ainda desenvolver o time. Uma vitória para os dois lados.

Organizando a casa para delegar

1. Desapegue

É comum que, no início, as lideranças tenham dificuldade de largar as tarefas que gostam de executar. Mas fazer isso é essencial para que você tenha tempo para priorizar o planejamento e focar no acompanhamento. Esse último é indispensável: tome cuidado com o “deslagar”, é preciso verificar o que está acontecendo.

2. Comunique para engajar

Fazer os colaboradores se sentirem confortáveis com novos desafios passa por motivar. E não dá pra engajar equipes sem uma comunicação eficiente:

  • Com metas claras definidas, norteie as interações com base nos objetivos, para reforçar a comunicação e deixar claro por que cada colaborador é importante.
  • Não demore para conversar: compartilhe rápido, seja próximo à equipe e mostre o que está acontecendo na empresa ou feedbacks de clientes.
  • Comunique estratégias não só de curto, mas também de longo prazo. Explicar para onde a empresa está indo é uma forma de se conectar.
  • Ao se comunicar com os colaboradores, seja transparente e contextualize as ações, para que eles se sintam empoderados.
  • Seja consistente com suas decisões como líder. Isso mantém o engajamento a longo prazo.
  • Incentive o senso de dono e alie isso ao propósito da comunicação.

3. Receba e dê feedbacks

O feedback é essencial. É só pensar no seguinte exemplo: por medo de dar feedback sobre algo que deu errado para um colaborador, você não vai poder contar com ele para essa atividade. E isso vai reduzir a capacidade do seu time de absorver demandas.

Da mesma forma, pedir feedbacks é fundamental para a sua carreira. Afinal, a liderança é uma construção de médio e longo prazo, em que você precisará de insumos para saber se está indo na direção certa.

No entanto, para isso, é preciso deixar os colaboradores confortáveis. Faça isso pedindo feedback no dia a dia – pode ser sobre uma reunião ou uma apresentação, por exemplo. Assim, você vai, aos poucos, criar uma cultura que valoriza o feedback.

Como desenvolver futuras lideranças

Desenvolver colaboradores para que se tornem líderes é importante para criar um pipeline de sucessão na empresa. Assim, evita-se que seja necessário procurar líderes fora da organização.

Para isso, procure colaboradores com características empreendedoras e incentive a atitude de dono, dando liberdade para testar, errar e corrigir rapidamente. Além disso, compartilhe experiências, seja por meio de conversas, mentorias ou eventos. Não deixe de falar sobre seus acertos, erros e aprendizados ao longo da carreira.

Dia 3 :: Diagnóstico: Você é um líder herói?

Como é a sua liderança? Você está fazendo uma gestão para resultados? Está se preocupando e investindo em cultura e engajamento? Baixe a apresentação neste link e descubra com a nossa ferramenta.

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