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Sobre (não) ter medo

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15 de Março de 2017 . Publicado por Conquer

Um dia desses conversei com uma amiga que percebeu que a vida se encontrava em uma grande bifurcação: continuar no emprego que estava, ou sair dele e seguir seus instintos empreendedores.

Falamos sobre sua decisão, os argumentos que fariam ela continuar fazendo o que estava fazendo, e os que fariam ela mudar. No fundo, não era nem uma competição – lançar-se na carreira empreendedora era o que cada célula do corpo dela dizia para ela fazer. E, ainda assim, ela hesitava…

Ela hesitava não pela falta de argumentos racionais, ou paixão, ou vontade, ou motivação.

Ela hesitava pelo medo do desconhecido.

Desde o início dos tempos, nossa amígdala, uma das partes mais velhas e primitivas do nosso cérebro, nos mantém vivos ao reagir a tudo o que é novo e desconhecido com uma grande sensação de medo. E isso fazia muito sentido quando tigres de dente de sabre ainda habitavam nosso planeta.

Atualmente? Nem tanto.

Hoje, o medo do desconhecido (na maioria das situações) te afasta de conquistar seu verdadeiro potencial, de se tornar completamente vivo, de desempenhar o seu melhor e fazer o que você deveria estar fazendo.

Seth Godin já disse uma vez, em grande estilo:

A ansiedade é a experiência adiantada do fracasso.

Note que nem o fracasso nem o sucesso são certos. O futuro não é claro. Como o filósofo Alan Watts destacou: “A única forma de dar sentido à mudança é mergulhando nela, mexendo-se com ela e juntando-se à dança”.

Para que hesitar?

O mundo está esperando que você se junte à dança.

The Heretic é um canal de artigos com a opinião direta ao ponto de Pascal Finette, VP da Singularity, a Universidade do Futuro.

*Tradução livre e adaptada com autorização do autor, Pascal Finette.


Conquer

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